O tempo da uma “Tempestade”…

O sol invadiu a tarde, mas trouxe promessas de chuvas nas curvas do dia. Trouxe seu belo punhado de nuvens. E trouxe as palavras dessa “pessoa”: uma tempestade.

Se não fosse minha paixão pelas “Tempestades” – meus olhos agora nada saberiam de chuva. Melhor assim, não é mesmo?

E seguem as comemorações de novembro…
Contando comigo: faltam 05 dias!!!

Foto0218Lunna,

Não, eu não sei contar como se conta pelo calendário, mas sei contar alegrias, lágrimas que pendem, abraços dados, palavras soltas, letras que se perdem no infinito de nossas almas.

Não sei contar várias coisas, mas sei contar pelo menos uma, e essa uma é importante: sei contar da amizade.

Ah, a amizade, um sentimento sem precedentes, gratuito e forte, e foi assim nessa montanha-russa da vida, que encontrei Lunna em meio a um sofrimento por conta do Patrick, e desde então, eu aqui, ela ali, eu lá, ela cá.

Desenhos de uma relação de sorrisos de orelhas, trocas de letras, sentimentos em palavras, abraços e afagos, e sem esquecer das gargalhadas contagiosas. É assim que vejo, que sinto, essa menina quase mulher, essa “pessoa” canina, essa alma iluminada pela bondade e verdade.

Ah, sei contar também, que Novembro floresce inteiramente pra ela, para celebrar mais um ciclo nessa vida terrena, repleta de desenhos, letras, cores, sons, sabores e aromas de chá no fim da tarde. Silêncio que recolhe, afaga e transmuta.

E então celebro com você Lunna e com todos que lhe são caros, esse mês e mais uma data especial que se desenha e vem saudar e te brindar mais uma vez.

Que seu riso nunca cesse, que os aromas e sabores sempre te acompanhem, e que a vivacidade de seus olhos jamais se apague.

Um ótimo aniversário é o que lhe desejo e que tudo seja sempre colorido!

Beijos grandes,

Tempestade

Em Novembro de 2011

Tarde ensolarada na capital das Gerais e canto de pássaros que revoam…

Hoje é sexta…

“O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo, Cansaço”. …

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Sim, é isso mesmo: estou cansada!
Resolvi fazer uma faxina por aqui… (pleonasmo) Comecei limpando a lista de links desse blog. Havia diversos caminhos ali que já não me levavam a lugar algum e havia alguns caminhos que meus passos não desejavam… Logo. Não existem mais… É claro que estão por aí, mas não aqui…

Ando de paciência curta com certos blogs e seus dizeres. Alguns causam-me fadiga e como já passei do tempo de me obrigar a leituras desnecessárias, comecei a fazer a faxina. O reader já foi esvaziado dias antes. Agora chegou a vez do sótão.

Pra ser sincera, eu tive vontade mesmo de tirar a lista de link dali, mas por enquanto permanece. Pelo menos até amanhã…

É complicado. Sempre que minhas leituras se intensificam, me torno mais exigente com os conteúdos e não tolero certas coisas. Virginia Woolf segue comigo, assim como Jane Austen, Álvaro de Campos, Lya Luft, Emily Dickinson, Jack Kerouac e alguns autores recém chegados a minha mesa. Cartas estão sendo escritas. Receitas aprimoradas. Páginas estão perdendo o seu branco e ganhando o colorido das palavras… E quando olho para a tela do computador, certos blogues parecem uma extensão inválida das redes sociais e suas besteiras. Já notou como a linguagem na rede social é desrespeitada? O twitter te obriga aos seus 140 caracteres e parece que as pessoas se limitam ou já eram limitadas. Não sei…

Enfim, é cansaço. Eu acho. Daqui a pouco passa…
Mas a faxina continua!

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(…) A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas
Essas e o que faz falta nelas eternamente
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
(…) Fernando Pessoa

Quero apenas atravessar “agosto”…

Da série “era pra ser apenas um comentário e acabou virando um post”…

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Eu quero um domingo de sol, com montanhas a norte e você como o meu sul. Entre o abrigo dos braços que me envolvem e o descaso do olhar que me veste, fazendo ser essa menina que se apaixonou por você ontem e segue inventando novas formas de paixões hoje.
Eu quero a ciência de um domingo deixado ao gosto do outro, com sabor de segundas e terças, tudo pela manhã… Logo cedo, despertando junto ao teu leste…
Eu quero o inexistir das horas, sem ponteiros… Apenas paredes brancas e caixas vazias onde o maquinário e sua engrenagem não se apresente para que eu possa me demorar junto aos teus sons e reconhecer tuas palavras para mim…
Eu quero a saudade da tua pele, da tua boca. Teu sufrágio… Minha redenção.

Eu quero um dia de domingo, com sol na janela, por entre as cortinas. Sem pressa… E o vento reinando lá fora. Absoluto. Os raios dourados do sol, caramelando a paisagem, ameno, suave, deixado no canto do quarto. Janela aberta a exibir as primeiras nuvens, os primeiros pingos, os últimos cantos dos pássaros… A tardar meus desejos, prolongando-os entre nossas pernas, coxas e músculos… E tudo rumando para o oeste na última hora.

Eu quero querer-te sempre aos domingos, o primeiro e outros tantos, em segundos muitos enquanto afogo-me na tua pele e sinto seu avesso antes que o dia termine para que quando, a noite se desenhar eu possa sonhar palavras e te manter aqui na minha superfície, dizendo, fique um pouco mais porque é domingo e o sol ainda está lá e você, arisco, insistirá em dizer-me, “mas hoje já é segunda”.

Mas eu quero que seja domingo de sol, final de tarde e tudo rumando para o oeste enquanto você, como no poema de Auden segue sendo meu norte, meu sul, meu leste e oeste porque é sempre domingo e final de tarde quando estou com você…

Eu sempre esqueço…

…mas não quer dizer que não me importo!

Eu já reclamei da correria, mas não adianta, é sempre assim quando alguém me determina prazos. Não tem jeito. Agosto está chegando: duas oficinas (cursos) programados. O lançamento do diário das estações e uma série de coisas em minha mente.

Ai vou olhar minhas anotações e percebo que estou em falta com amigos que foram gentis em  me presentear. Então vamos lá, ganhei dois (que eu me lembre e minhas anotações também).

imageEsse foi dado ao sótão pela Lizete que é essa figura mágica que apareceu por aqui vinda de outras paisagens. Ela é uma figura deliciosa e repleta de cores. Ah! O selinho tem regras básicas que são:

1. Agradecer quem enviou – 2. Escrever um post sobre ele – 3. Entregar o selo a 12 Blogs – 4. Mencionar no post os Blogs indicados e 5. Avisar os Blogs sobre a indicação…

Vamos aos indicados: Borboleta nos Olhos, Atalhos Urbanos, Entre Marés, When she danced, Felicidade Clandestina, Anjo Azul, Letras e Tempestades, Pé de Meia, 2 e 2 são 5, Atitude do Pensar, Cafofo on line, e Se eu flor de morango

imageE esse foi presente da caríssima Maggie May, essa figura que me lembra versos de Emily e cores de Janis Joplin. Combinação curiosa, não acham? Ah! O selinho também tem regras: postar uma imagem acompanhada de um texto de cinco ou seis linhas com o qual você se identifica profundamente e que revelem o que é magia e encantamento em sua vida. O texto pode ser de outra pessoa, desde que seja algo expressivo para você e repassar o selo pra 06 (seis) outros blogs mágicos e encantadores.

sunriseImagem. Lanterna de Gênova como é chamado o farol
que serve de luz no fim do túnel para as embarcações que chegam ao porto…

E a frase?

Trago na pele um rastro de tempestades!
Dilúvios de sensações incertas,
…inundam-me por dentro e por fora! (…)

E os blogs indicados são: Como as cerejeiras da minha janela, Contos de Lily, Borboleta nos Olhos, Entre Marés, Rasuras, e Atitude do Pensar.

Baile de Máscaras

A urgência dos dias, dos ponteiros, das palavras, dos discursos, dos passos, das calçadas, da paisagem junto a janela, dos trilhos que me conduzem a outras cidades, da saudade que fica quando saio de casa, do olhar que já não sabe o que quer; tudo isso tem me mantido longe daqui nos últimos dias…

Mas eu estou voltando! Quem sabe amanhã…
Ao menos eu posso garantir que não há urgência na poesia que vai comigo ou será que sou eu quem vai com ela?

a solidão na cama

Ronda

O amor faz a ronda de fim de tarde
e encontra o menino perdido
em sua paixão arruinada
sem chão;
encontra o velho calado
enquanto sua antiga esposa
dança as agonias finas
de ser amante de outro.
O amor faz silêncio:
não cura.
O menino se torna homem
e ama
incontrolavelmente
incontestavelmente
irremediavelmente
um outro homem.
O velho nunca mais veio
- dizem que é coisa de morte.
A velha – em sua sabedoria -
faz amor mansinho ao amanhecer
hora da labuta
das crianças na escola
dos carros e das buzinas.
Ninguém ouve
o gemido baixinho do amor
todo enrugado sob o lençol bordado
(era presente de casamento)

O amor faz a ronda de fim de tarde
e conhece todas as despedidas
todos os desencontros
todos os desencantos.
Conhece as vontades também
e coloca em todas elas
uma gota de perigo.

 

Carla Jaia que em seu blog “baile de máscaras” se descreve de forma simples, como se fosse uma dança: Carla, ou Jaia – como meu pai costuma me chamar. De dados objetivos tenho a dizer que tenho 26 anos, moro em Vitória (ES) e sou psicóloga. No mais, trabalho, escrevo, brinco, olho, vejo, toco e sinto.

Os lugares que me seduzem…

noname

Ao contrário do que se imagina por aí, não visito blogs em busca de respostas aos meus escritos e não conto os comentários um a um. É claro que gosto de dizeres e fico grata por todos que deixam aqui suas promessas de diálogos (sim, comentários pra mim são promessas de diálogos).

Mas como disse certa vez num blog que descobri recentemente e tem sido motivo de grande alegria aos meus olhos “já passei da idade de me obrigar a alguma coisa”. Só leio o que me agrada e só comento quando as palavras tocam o meu íntimo e me causam silêncio. Como disse há pouco em outro blog descoberto por mim também há pouco tempo (tão relativo a contagem dos dias, meses e anos) quando a palavra causa silêncio em meu íntimo é sinal de que a palavra escorreu pele a dentro; quando é o contrário apenas faz barulho e nada mais. Fica por aí, esparramado pelo jardim lá de fora brincando de ser primavera e como bem sabem, minha estação favorita é o outono, aquela mesma do silêncio.

Então, aviso aos navegantes: meus links ali ao lado estão desatualizados (estou sem tempo, vontade ou ânimo para me ocupar deles). Meu reader (a menina dos meus olhos) está em dia e tudo que leio lá são pequenos prazeres e se não me toca, não me ocupo e pronto.

Não me obrigo a nada e se não tenho palavras não me permito diálogos e pronto. A paisagem está fria e a taça vazia. A xícara ficou lá em casa (saudade). Vou-me agora: o dia está atravessando a rua…

Tem alguém aí?

imageImagem daqui…

Não é estranho que do outro lado da tela exista uma pessoa e que por trás de cada blog que se abre aqui na minha tela também ocorra o mesmo? Não sei o que tu pensas, mas quanto a mim, penso que os blogs são caminhos por onde passam desconhecidos, carros em alta velocidade, pássaros de todos os tamanhos e aviões a cruzar os céus.

O cenário é bem urbano: há casas com muros altos, sem frestas que não se prestam a revelar os segredos que lá dentro se escondem e há também aquelas casas simpáticas, sem muros, nem grades, apenas janelas com cortinas brancas e portas entre abertas. Parece que alguém vai sair de lá de dentro a qualquer momento e pronto: te convidar para um chá…

Há praças abandonadas, pouco frequentadas, calçadas irregulares, gente que passeia com o cão do outro lado da calçada e gente que pontualmente caminha, mesmo que o frio assuste a maioria; lá estão eles com os passos firmes e o diálogo afinado…

Há de tudo um pouco: inclusive endereços, com seus “falsos ceps” que não nos levam a lugar agum. E quanto as visitas: há quem as programe, como se pegasse um telefone e avisasse “estou a caminho” – mas há quem chegue sem avisar, puxe a cadeira e comece o diálogo como se fossem velhos amigos. Sei que tem gente que gosta de fazer suas visitas logo pela manhã, bem cedo, antes do despertar dos olhos e quem o faça mais a noite como uma última reação do dia; como também há quem as faça na horas das refeições, como se fosse aquele encontro marcado numa cantina ou um desses cafés parisienses.

Mas não deixa de ser estranho que exista pessoas por trás de cada blog que eu visito e leio. Afinal, nem sempre tenho essa consciência que me alcança no meio da tarde de hoje. Mas isso é algo passageiro, logo me esquecerei desse pequeno detalhe atrevido e voltarei as minhas metáforas: blogs são livros e seus humanos personagens… (risos)

“O mundo precisa de poesia”

imageEntão hoje é segunda-feira, dia da Lua (que atingiu seu perigeu no sábado) e esteve linda, mas perigosa, afinal, Lua mais próxima da Terra tem lá as suas consequências e isso nada tem a ver com o fim do mundo (estejam atentos profetas = menos besteiras, por favor. Já estão alardeando o fim do mundo outra vez). Mas talvez essa proximidade toda explique os problemas ocorridos no Japão… Ou seja, é apenas a Natureza se movimentando, coisa que ela faz o tempo todo, mas na maior parte do tempo estamos ocupados demais para perceber. O homem tem essa estranha mania de centrar-se em si mesmo sem perceber que há vida além de sua carcaça…

Enfim, mas nem mesmo a beleza da Lua conseguiu se sobrepor sobre um dos assuntos mais discutidos ao longo da semana “o blog da Bethânia” que de acordo com a publicação feita pelo jornal “Folha de S.Paulo” teria conseguido autorização do MinC para construir um blog (projeto Pronac 1012234) onde será postado um vídeo diário de 1 minuto de duração com a cantora interpretando poesias de grandes poetas da literatura. A produção desses 365 filmetes será feita por Andrucha Waddington que foi o diretor o documentário “Maria Bethânia – pedrinha de Aruanda”. Nome sugestivo: podemos dizer que no momento ela é a pedrinha que faltava na tão discutida Lei Rouanet. (risos)

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O blog em questão será inspirado no espetáculo “Bethânia e as Palavras” onde a cantora recita poemas e trechos de textos de Fernando Pessoa, Guimarães Rosa, Manuel Bandeira e Sophia de Mello.

Independente de eu concordar ou não com R$ 1,3 milhão para esse projeto, o que me agradou mesmo foi apreciar a criatividade da “galera” em ação: um grupo criou o blog “365 poemas a um real onde estarão sendo exibidos filmetes com poesias de quem desejar participar do projeto. Os interessados em participar só precisam enviar seu material escrito para 365poemas@gmail.com seguindo os critérios disponibilizados na página “como participar” – afinal, em dias atuais não precisa de 1,3 milhão para fazer sucesso no you tube, basta ter um celular e o mínimo de criatividade…

E para finalizar a primeira hora, deixo aqui um rabisco meu. Um dos primeiros. Não sei quantas vezes foi editado, mas do que foi no primeiro dia que lançou-se sobre o papel, eu bem sei que pouca coisa sobreviveu. Mas o sentimento ainda é o mesmo: aconchego de um corpo que ficou no último degrau da escada…

Eu brinco que esse poema é um “plágio” de Ferreira Gullar. Estávamos estudando literatura brasileira na sala de casa (eu tive aulas em casa ao longo da infância para suprir o que faltava na escola. De acordo com a psicóloga a escola me causava tédio. E pensar que minha mamma pagou a profissional para dizer isso a ela. (risos)

Enfim, a professora me pediu para ler esse poema de Ferreira Gullar e escrever o que eu conseguia sentir a partir de suas linhas. Voilá. Surgiu minha própria versão de “felicidade”.

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Felicidade

Minha casa tem cama feita a quatro mãos
com lençóis de vento, travesseiros de brisa
E cortinas de sol…

Do lado de fora da janela tem sempre o mar
E a varanda trás sempre seus quintais de fruta de lá
O céu se desmancha em lágrimas pela manhã
E floresce em raios dourados pela tarde

A cozinha tem ingredientes novos:
Forno sempre aceso cheirando a bolo de coco
E xícaras esquecidas sobre a mesa a qualquer hora
Tem ervas atrás da porta
E potes com biscoitos de ontem

A sala tem seus porta retratos
narrando momentos que se repetem por ali
Tem sofá pedindo aconchego
E mesinha com livros de páginas marcadas
Tem incenso queimando e vela sempre acesa
Tem o cão no canto pedindo afago
E o vento que entra e saí a qualquer momento

Tem corredores compridos,
Carrilhões antigos
Quadros tortos e luminárias apagadas
Tem ecos do tempo e fantasmas queridos!

Tudo é movimento por aqui:
Das lembranças que despertam primeiro
Das saudades que nunca adormecem
Dos nossos passos que deixam marcas no assoalho
Que já não se surpreende com mais nada!

Selos

A queridíssima Long Haired Lady do blog 2 + 2 = 5 presenteou o meu sótão com este selinho. O primeiro do meu sótão.  Caríssima, eu demorei a postar, mas cá está. Grazie pelo carinho…

selodequalidade

Agora, vamos às Regras do selo:

1. Repassar o selo a 15 blogs e avisar.  (feito)
1 – Saia Justa
2 –
Atalhos Urbanos
3 – Entre mares
4 – Eucaliptos na Janela
5 –
Crônicas e devaneios
6 – Os ecos do tempo
7 – Fragmentos d´Amelie
8 –
A vida não vale um conto
9 – Camélia de Pedra
10 –
Francy´s Oliva
11 – A casa do mago
12 – Uma vida em palavras
13 – Hiperestesia
14 – Flor de lis 
15 –
Rasuras

2. Responder as perguntas:

(feito)

Nome: Lunna Montez´zinny Guedes ou simplesmente Lu (rs)
Uma música: Depende do dia, essa semana por exemplo, estou ouvindo I´ll Never Fall in Love Again com Dione Warwick por causa da novela que estou escrevendo.
Humor: Sou uma pessoa de humor colorido, pode ficar negro, dependendo de quem está perto. Ou pode ficar azul. Tudo depende das emoções que chegam…
Uma cor: Preto
Uma estação: Outono, com folhas caindo pela calçada e eu tentando agarrá-las para fazer a mágica ser parte integrante da minha vida. 
Como prefere viajar: De moto, de cara pro vento.
Um seriado: Law and Order SVU e alguns outros também. rs
Frase ou palavra mais dita por você: “é preciso entender a solidão”…
O que achou do selo: Amei!

E o segundo selinho também veio da mesma paisagem. Lá das terras da caríssima Long Haired Lady . Adorei…

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